A Caixa de Pandora
Quarta-feira, Agosto 16, 2006
quando me joguei, você cruzou os braços.
eles se desentrelaçaram dolorosamente, pois o laço era forte. tinha nó até na garganta. passando compassado, esse presente ficou passado. e no palco iluminado as cortinas se abriram num sorriso cor-carmim. ele voltara, depois de todo esse tempo envergonhado no camarim. não sabia ao certo se devia entrar em cena. mas o custo lhe custou uma platéia quase vazia. quase vazia dela. aí não importavam quantos vários de outros e outras o assistissem. o show seria em vão. assim mesmo como se fosse dia de casa sem ninguém.
mas ela ainda estava lá. de pé. mesmo sem fumaça ela não sabia... seria ele de novo ali?
era bonito vê-lo sem amarras. tocava (três vezes). e sentia, pelo sal, que não havia dúvida.
ao passo que, agora, ela quem andava com um pé atrás.
*..and I unfold
eles se desentrelaçaram dolorosamente, pois o laço era forte. tinha nó até na garganta. passando compassado, esse presente ficou passado. e no palco iluminado as cortinas se abriram num sorriso cor-carmim. ele voltara, depois de todo esse tempo envergonhado no camarim. não sabia ao certo se devia entrar em cena. mas o custo lhe custou uma platéia quase vazia. quase vazia dela. aí não importavam quantos vários de outros e outras o assistissem. o show seria em vão. assim mesmo como se fosse dia de casa sem ninguém.
mas ela ainda estava lá. de pé. mesmo sem fumaça ela não sabia... seria ele de novo ali?
era bonito vê-lo sem amarras. tocava (três vezes). e sentia, pelo sal, que não havia dúvida.
ao passo que, agora, ela quem andava com um pé atrás.
*..and I unfold